Crítica do fraco Click

Varzea grande, 16 de junho de 2008. 10:30pm


Obs.: só estou postando hoje porque não consegui conexão com o servidor BLOOGER no dia anterior

...mais um post inútil...

É sempre comum o dia de segunda ser talvez, o mais chato e corrido para muitos.

Pra mim, ficou uma importante tarefa para amanha: Ligar para os chefes a respeito de algumas “pendências” e buscar um importante medicamento para minha irmã. Só hoje que ela recebeu alta do hospital (disse a vocês aqui que ela tinha ganho uma menina sabado no período matutino – a criança se chama Ana Beatriz. Esta chegando o dia do pagamento da conta telefônica, e ainda não consegui a grana necessária (a previsão de corte da internet é para todo dia 25 do mês). Num vou escrever muito hoje porque agora vou assistir aalguns filmes em dvd. Por enquanto vou ficando por aqui. Tenham todos uma ótima terça, fiquem com Deus e até mais

Escutando enquanto escrevo: “enjoy the silence” – um dos hits de maior sucesso do grupo DEPECHE MODE (um dos poucos a misturarem com eficiência musica eletrônica e rock)

dica (in)util de filme para hoje(ou qualquer outro dia)
CLICK (idem) EUA, 2006. dir: Frank Coraci

Por mais que seja fantasiosa, não deixa de ser interessante a idéia da existência de um possível objeto comum “magicamente modificado”, capaz de dar ao possuidor a oportunidade de controlar sua própria vida. E é exatamente isso que acontece c/o workaholic Michael Newman (Adam Sandler). Que ao redor dos últimos dias tem crises nervosas devido a problemas no trabalho, descontando todas suas frustrações pessoais na mulher (Kate Beckinsale) e filhos. Num dia, Michael vai até um supermercado para comprar um controle-remoto e, por acaso, é atraído por uma loja de eletrônicos quase escondida dentro do complexo comercial. Lá, conhece o estranho e simpático dono do lugar, Morty (Christopher Walken, sempre eficiente) – esse, sem nenhum custo, oferece um controle-remoto especial ao protagonista, capaz de funcionar em qualquer lugar (literalmente). Aos poucos, Michael descobre que o estranho objeto pode ajudá-lo a digamos, “facilitar” sua vida. Explico as aspas: apertando fast-forwad quando a mulher quer discutir, em voz alta, o relacionamento; dando pause para dar uns socos na cara do chefe nos momentos “encheçao de saco”; aumentando o volume de conversas alheias; pulando de capítulos cada vez que há algum jantar entre familiares – entre outras coisas. O problema surge a partir do memento que o controle passa a memorizar cada uma das funções executadas do dono, e quando o próprio menos percebe, muitos e muitos anos de vida vão aos poucos, ficando para trás com uma velocidade absurdamente exagerada.

Apesar de ter uma equipe técnica de 1° linha – com destaque para o ótimo trabalho de maquiagem do veterano Rick Baker (em 1996, Baker transformou Eddy Murphy em uma pessoa crivelmente obesa em O PROFESSOR ALOPRADO) – CLICK peca principalmente no ritmo irregular, começando como comedia – algumas piadinhas escatológicas, outras bem sacadas (reparem na cena com um pano de fundo musical dos Cranberries), e lá pelos 30 minutos finais, transformando-se em um dramalhão com toques existências (!?). Sandler, mesmo bom ator, não consegue melhorar o nível até o fim da fita (ponto que ele deveria estar mais concentrado). Apesar do sucesso, o publico em geral considerou que o filme só não foi melhor recebido devido a campanha de marketing confusa (na época imaginei que seria mais uma comedia). De qualquer forma, CLICK é uma boa pedida....renderia mais com um direttor melhor.
trailer original de cinema:











nota para o filme: 6.5


feito por Jeniss Alves Walker
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...