Brincadeirinhas

---- E o tema de agora são as brincadeiras feitas por amigos e que “supostamente” devemos levar sem maldade. Infelizmente as coisas não funcionam bem assim já que o fato de não aceitar brincadeiras não é algo involuntário, mas sim originado de alguma forma. Interessado na leitura? Continue!
---- Quem não tem um amigo piadista que faz inúmeras brincadeiras dos mais variados assuntos? Que eles são divertidos, todos sabem, porém algumas horas, algumas situações acabam gerando um clima pesado no ar já que não são todas as pessoas que aceitam brincadeiras. É claro que existem brincadeiras que nem deveria ser feitas, mas alguns preferem perder os amigos do que a piada, então cada um com seus problemas, ou seja, apenas não pode reclamar depois que está sendo isolado do convívio do seu grupo.
---- Assim como eu, muitas pessoas receberam criações mais séria, mais conservadora onde o respeito ao próximo e a sua dignidade são ensinados e bem frisados. Com isso, algumas brincadeiras podem acabar não sendo recebidas de uma forma tão pacifica assim. Exemplificando, a dignidade de uma pessoa é algo que nunca deve ser ferida ou mesmo posta à prova por brincadeiras. Quem cresceu com ideologias referentes à dignidade tende a não saber aceitar uma piada com a tranqüilidade que alguém que cresceu em uma casa mais divertida. Em resumo, a forma de criação é algo que influência a formação da pessoa, ou seja, seus valores.
---- É claro também que precisamos ter senso de humor em nossas vidas. Precisamos rir para que o dia seja melhor, mas alguns tipos de brincadeiras geram conseqüências que não são vistas a olho nu. Como citado em uma postagem do ano passado, a violência psicológica pode se manifestar de várias formas e uma delas pode nascer de brincadeiras, ainda mais quando ferem a dignidade.
---- Fechando o tema, é claro que devemos ter bom senso. Sabe-se que existem brincadeiras, local e momento para as mesmas. Não julgue alguém pela suas atitudes sem saber como essa foi criada e educada. Como somos todos diferentes, precisamos saber conviver com as diferenças.
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