AS ESTRELAS DO CINEMA PORNÔ DOS ANOS 80 - PARTE 2

MÁRCIA FERRO

Foi casada com Oswaldo Cirillo, apesar de os dois terem negado isso. Como Sandra Morelli, também fez sucesso no sub-gênero dos filmes de cavalo e pôneis: “Minha égua favorita” (1985), “Loucas por cavalos” (1986), “Duas mulheres e um pônei”, “Viciadas em cavalos” (1987), “Mulheres e cavalos” (1987), “Júlia e os pôneis” (1987), participando ainda de “Sexo doido” (1986), “Férias de Laura” (1986), “Turbilhão dos prazeres” (1987), “A vida íntima de uma atriz pornô (1989) e “Eu, Márcia F., 23 anos, louca e desvairada” (1989). Recentemente retornou ao gênero na produtora Brasileirinhas, com o filme “A idade da loba” (2006).

MAKERLEY REIS

Começou carreira como modelo fotográfico, manequim e atriz de peças eróticas como “Pacto erótico” e “Soltando a franga”, onde fazia strip-tease. Sua estreia no cinema aconteceu em “Meninas virgens e p...” (1983), participando em seguida de vários outros filmes de Sady Baby, como “Emoções sexuais de um cavalo” (1986) e “A máfia sexual” (1986), mas seu melhor filme é “A menina do sexo diabólico” (1987). Em 1988, encerrou sua carreira no cinema e candidatou-se a vereadora, aparecendo nos comícios semi nua, por isso ganhou o apelido de “Cicciolina do Bexiga".

DÉBORA MUNIZ

Estreou nos filmes de José Mojica Marins: “Perversão – Estupro” (1979) e “Mundo – Mercado do sexo” (1979) e nos filmes de sexo explícito em “O orgasmo de Miss Jones” (1984), “Oh! Rebuceteio” (1984), “Colegiais em sexo coletivo” (1985), “Sexo de todas as formas” (1986), “Carnaval erótico no ano 2000” (1987), “Perseguidores insaciáveis” (1988) e “A dama de paus” (1989). Retornou em 2003 com o curta-metragem “Amor só de mãe” e em 2008 com “A encarnação do demônio”, a terceira parte da saga de José Mojica Marins.

IVETE BONFÁ

Estreou na novela “A cabana do Pai Tomás” (1969) e no cinema em “O detetive Bolacha contra o gênio do crime” (1971), participando em seguida de várias pornochanchadas como “A mulher desejada” (1978). Participou ainda de vários filmes de sexo explícito, como “Taras de colegiais” (1984), “Sexo dos anormais” (1984), “Sexo em grupo” (1984), “Sexo em grupo” (1984), “Variações do sexo explícito” (1984) e “Sexo total” (1985), mas não atuava nas cenas de sexo. Seu nome era usado para dar mais prestígio às produções, vivendo sempre a mãe da mocinha ou do galã.

Além dessas atrizes, teve destaque ainda: Bianchina DellaCosta (Sexo com chantilly), Gisa Della Mare (Paraíso da sacanagem), Shirley Benny (Juventude em busca do sexo)...


Shirley Benny e Marcos D'Alves







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